Evangelização Espírita 2

Vera Stefanello

Aula 1
Faixa etária : 09 a 12 anos
Este é um TEXTO ENIGMÁTICO. Tente descobrir a mensagem substituindo os números pelas palavras correspondentes.
9– responsável; 6– desagradáveis; 2– boas; 7– virtude; 3- más; 12– fez;
5-imperfeição; 8– alegria; 1- conseqüência; 11– volta; 4- praticado; 10– atitudes.

LEI DE CAUSA E EFEITO
Todas as nossas ações acarretam _________________________(1), que serão ___________(2) ou ___________ (3) conforme o ato ___________ (4).
Não há uma única ___________ (5) da alma que não traga ___________ (6) e inevitáveis conseqüências; e não há uma só ___________ (7) que não seja fonte de ___________(8), e de recompensa.
Cada pessoa é ___________ (9) por suas ___________ (10), e colhe as conseqüências do que fizer. E tudo o que fizermos de bom ou ruim ___________ (11) para quem ___________ (12).
Por isso, Jesus aconselhou a não fazer aos outros, aquilo que não gostaríamos que os outros nos fizessem.
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Este é um TEXTO ENIGMÁTICO. Tente descobrir a mensagem substituindo os números pelas palavras correspondentes.

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Aula 2
BASE DOUTRINÁRIA PARA O EVANGELIZADOR: Evangelho segundo o espiritismo, livro dos espíritos, Crianças do além: cap. 5

OBJETIVOS: levar as crianças a entenderem: o que significa causa e efeito; que nada acontece por acaso; somos responsáveis por nossos a atos; identificar cuidados com nossa saúde mental e espiritual

ATIVIDADES INICIAIS
1. Canto
2. Prece inicial
3. Introdução do tema: Introduzir o tema , dizendo para as crianças que nosso corpo é um presente que nos foi dado por Deus para que possamos viver bem. Assim, devemos respeitá-lo e nos policiarmos quanto aos nossos hábitos e alimentação, por exemplo. Corpo são, mente sã. Por ser um presente divino, a obrigação de cuidar do nosso corpo é física, mental e espiritual. Saúde física e mental. Assim veremos que não é a mente que depende da saúde do corpo e sim o corpo sadio que depende da mente sadia. Quando o espírito está perfeitamente equilibrado não há enfermidades que nos ataquem. Por isso, cuide bem da mente para que a saúde se reflita em todo o seu corpo. Um corpo saudável reflete atitudes corretas e perfeitas da mente. Equilibre seus pensamentos num clima de bondade e compreensão, para que seus órgãos funcionem com regularidade. Mantenha viva a sensação da presença de Deus dentro de você para que seu corpo irradie otimismo e amor. Faça disso um hábito. Estabeleça este objetivo.
4. DESENVOLVIMENTO DO TEMA: Pedir ás crianças que executem determinados movimentos corporais para explorar algumas possibilidades do corpo: colocar as palmas das mãos sobre os pés sem dobrar os joelhos; balançar para frente e para trás; pular de cócoras etc. Com todos sentados na rodinha, conduzir a seguinte reflexão:
– Para fazer esses movimentos, vocês tiveram de pensar primeiro?
– É importante pensar bem antes de fazer qualquer coisa? Por quê?
– Que acontecerá se eu pular de um muro alto?
– Este é um bom pensamento? Por quê?
– E se eu correr para ajudar a levantar um amigo que caiu, eu tive um bom pensa-mento?
– Vou ficar feliz ajudando meu amigo?

Explicar que:
· Os bons pensamentos nos fazem mais felizes;
· Quando fazemos alguma coisa obedecendo a um mau pensamento, depois nos sentimos infelizes, aborrecidos;
· A “voz da consciência” nos “fala” quando estamos errados e quando estamos certos.

5. Contar a história : Pedro sujo / Pedro Limpo ( ir contando através de gravuras)
6. Fixação da aprendizagem; - Dar um “apito” a uma criança. Explicar que ela deverá tocar o instrumento somente se for falado um bom pensamento, aqueles que nos tornam felizes. Se for um mau pensamento não tocará, passando o instrumento para o colega ao lado.
Exemplos:
• Agradecer um presente • Chutar o gatinho
• Pedir licença • Dizer uma mentira
• Tirar o lápis do colega • Ajudar o colega
• Prestar atenção a quem fala • Obedecer a mamãe
•Deixar os brinquedos desarrumados • Ser gentil com as pessoas

7 . Atividade final : * Pedir que todos deitem no chão, procurando relaxar e respirar tranqüilamente.
Visualizar nuvens que caminham pelo céu, levando embora os maus pensamentos.
*Desenhar em uma folha de papel cenas que representem a causa e o efeito de uma ação

8 . Prece final

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Aula 3
Causa e Efeito

PRECE

MOTIVAÇÃO:
Mostrar figuras numa revista: rostos de pessoa e perguntar por que estão felizes, tristes, ou preocupadas, etc..
Empurrar uma bolinha, puxar um fio e perguntar por que eles se moveram.
Perguntar por que alguém fica gripado, ou com dor de barriga.

Gancho: mostrar que tudo tem um porquê, todas as coisas tem uma causa, tudo que se faz tem uma conseqüência. Assim é a vida!

DESENVOLVIMENTO:
Contar a estória da Galinha Ruiva
Explicar: nós colhemos o que plantamos.
Se fazemos o bem, colhemos o bem. Se fazemos o mal, colhemos o mal.
Somos responsáveis pelos nossos atos!
As causas das dificuldade que passamos hoje podem ser dessa vida ou de uma vida passada, mas todas têm um porquê. Se não houvesse razão, Deus seria extremamente injusto.
O mal ou o bem que fazemos agora pode nos trazer dificuldades ou felicidades no futuro – vida espiritual e/ou outras encarnações.
Muitas vezes, essas dificuldades, o próprio espírito escolhe.

ATIVIDADE:
1o ciclo: tirar expressões de uma sacolinha e perguntar quais dessas coisas devemos plantar. Colar no quadro separando. Se sobrar tempo, desenhar e colorir 3 coisas que devemos e 3 coisas que não devemos plantar.

CONCLUSÃO:
Afixar e explicar a sentença: “A cada um será dado segundo suas obras...”
Por isso, nossas obras devem ser as melhores possíveis!

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Aula 4
Aula Ação e Reação.

Objetivo: Abordar a lei de ação e reação, demonstrando que não existe acaso ou injustiça na lei divina. Cada um de nós tem aquilo que merece. Aquilo que semeamos, colhemos.

Comecei a aula perguntando se eles acreditavam mesmo na bondade e na justiça de Deus, eles responderam que sim. Então eu disse, vcs sabem como Deus é tão justo e bom? Quando ele nos criou e nos enviou aqui para a Terra ele pensou... preciso impor uma lei para que os homens vivam em harmonia sem destruir a propriedade alheia, roubar, matar, então foram criadas as leis dos homens. Todos nós sabemos que as leis dos homens as vezes não é cumprida, e Deus já antecipando isso, pensou, tenho que criar uma lei maior a tudo isso e então fez a lei: Ação e Reação. A toda ação corresponde uma reação.
Esta lei funciona assim: tudo o que eu fizer de bom ou de mal, volta para mim da mesma maneira e intensidade, vamos entender.
Uma ação – comer muito, Uma reação – ficar com dor de barriga.

Portanto tudo o que nos acontece é de nossa responsabilidade.

Fiz um desenho na lousa, desenhei o sol, um matinho e dois meninos, o primeiro tinha sementes de limão e as plantou, passado o tempo necessário, a árvore cresceu e quando ele foi colher não gostou do resultado.
Um outro menino, plantou sementes de laranja, aconteceu o mesmo que o outro, a árvore cresceu e deu doces frutos.

Relacione as sementes com nossas ações, o sol como Deus que nasce e brilha para todos e os frutos o resultado de nossas ações, serão bons ou ruins de acordo com as sementes (ações).

Depois eu fiz duas colunas de cadeiras uma de frente para outra, apontava para uma criança e dizia, fale uma ação, por exemplo, jogar papel na rua e o outro grupo falava a (ou as) reações: enchente, poluição das ruas, cidade mais suja... e assim foram indo e as vezes eu interrompia para dizer uma ação, por exemplo mentir, roubar, desprezar amigos e coisas da realidade deles.

Foi muito legal e produtivo.

19 jul

No final fazem uma afirmação 3x : SOU RESPONSÁVEL PELAS MINHAS AÇÕES.

Utilize a Bibliografia:

Os Valores Humanos – Antonio e Sylvie Craxi – Pág. 24 e 25 e 98 e 99 (ESTE LIVRO É MARAVILHOSO, NÃO É ESPÍRITA)
Não Pise na Bola – Richard Simonetti
Alvorada Cristã – pág. 414 e 149

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Aula 5
PRECE
MOTIVAÇÃO:
Mostrar figuras numa revista: rostos de pessoa e perguntar por que estão felizes, tristes, ou preocupadas, etc..
Empurrar uma bolinha, puxar um fio e perguntar por que eles se moveram.
Perguntar por que alguém fica gripado, ou com dor de barriga.
Gancho: mostrar que tudo tem um porquê, todas as coisas tem uma causa, tudo que se faz tem uma conseqüência. Assim é a vida!
DESENVOLVIMENTO:
Contar a história da galinha e o bolo.
Explicar: nós colhemos o que plantamos.
Se fazemos o bem, colhemos o bem. Se fazemos o mal, colhemos o mal.
Somos responsáveis pelos nossos atos!
As causas das dificuldade que passamos hoje podem ser dessa vida ou de uma vida passada, mas todas têm um porquê. Se não houvesse razão, Deus seria extremamente injusto.
O mal ou o bem que fazemos agora pode nos trazer dificuldades ou felicidades no futuro – vida espiritual e/ou outras encarnações.
Muitas vezes, essas dificuldades, o próprio espírito escolhe.
ATIVIDADE:
1o ciclo: tirar expressões de uma sacolinha e perguntar quais dessas coisas devemos plantar. Colar no quadro separando. Se sobrar tempo, desenhar e colorir 3 coisas que devemos e 3 coisas que não devemos plantar.
2o ciclo: rodada de perguntas.
CONCLUSÃO:
Afixar e explicar a sentença: “A cada um será dado segundo suas obras...”
Por isso, nossas obras devem ser as melhores possíveis!
PRECE FINAL

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Aula 6
Sugestão:

Utilizar a mensagem “A Tábua” ou levar uma tábua para a sala e pedir que as crianças/jovens a perfurem com pregos. Após isso peça que observem que as marcas ficaram.
A Tábua
Quando menino eu era traquinas, rabugento, respondia a tudo que me dissessem e não contribuía, absolutamente, para que nossa casa fosse um paraíso. Muito pelo contrário!
Meus pais me aconselhavam com paciência infinita e com muito amor sem que eu, entretanto, seguisse os seus conselhos.
Um dia papai me chamou para conversarmos. Eu tinha feito diabruras de toda espécie e pensei que ele tinha perdido a paciência e ia, ou dar-me uma surra, ou um castigo e uma repreensão.
Ele, todavia, não fez nada disso. Não parecia aborrecido e simplesmente me disse:
- Filho, eu percebo que você não tem idéia do que é a sua conduta. Mas pensei em algo que poderá lhe mostrar isso muito bem. É uma brincadeira, mas poderá lhe ajudar muito. Venha comigo.
Levou-me à sua improvisada oficina de trabalho. Lá dentro falou-me:
Veja tenho aqui uma tábua nova, lisa e bonita. Todas as vezes que você desobedecer ou tiver uma ação indevida, espetarei um prego nela.
Pobre tábua! Em breve estava crivada de pregos! Mas, a cada vez que eu ouvia meu pai batendo o martelo, sentia um aperto por dentro. Não era só a perda daquela tábua tão bonita, aquilo era, também, uma humilhação que eu mesmo me infringia.
Até que um dia, quando já havia pouco espaço para outros pregos, eu me compadeci da tábua e desejei, de todo o coração, vê-la nova, bonita e polida como era. Fui correndo fazer essa confissão a meu pai e ele, fingindo ter pensado um pouco, me disse:
- Podemos tentar uma coisa. De cada vez que você se portar bem. em qualquer situação, eu arranco um prego. Vamos experimentar.
Os pregos foram desaparecendo até que, ao fim de certo tempo, não havia nenhum! Mas não fiquei contente. É que reparei que a tábua, embora não tivesse pregos, guardava as marcas deles.
Discuti isso com meu pai que me respondeu:

- É verdade, meu filho, os pregos desapareceram, porém as marcas nunca poderão ser apagadas. Acontece o mesmo com o nosso coração. Cada má ação que praticamos deixa nele uma feia marca. E mesmo que deixarmos de cometer a falta, a marca fica lá: é a culpa.
Nunca mais me esqueci daqueles pregos e da tábua lisa e polida, cuja beleza foi inapelavelmente destruída. E passei a tomar muito cuidado para que a sensação da culpa não marcasse daquela forma o meu coração. Essa experiência me fez pensar muito e estou certo de que, uma vida digna e bem vivida poderá levar um coração, até o fim, a se manter livre de qualquer prego e das marcas conseqüentes...
Wallace Leal V. Rodrigues